WORK FAMILY BALANCE – MITO OU APTIDÃO? ESTUDO EMPÍRICO SOBRE OS ANTECEDENTES E AS CONSEQUÊNCIAS

Ana Margarida Alexandre Pedro, Joaquim Luís M. Alcoforado

Resumo


O objetivo geral desta investigação consistiu em avaliar um novo modelo conceitual que permitisse inferir variáveis que, embora estudadas, não se enquadravam nos modelos tradicionais da investigação em Work Family Balance. Apresentaram-se diversas variáveis antecedentes e consequentes evidenciadas pela literatura, mas que não haviam sido testadas empiricamente, contribuindo para uma nova visão conceitual do Work Family Balance. O objetivo geral foi propor e avaliar um modelo conceitual de análise que inferisse as variáveis que estariam relacionadas com o Work Family Balance e concluir até que ponto ele interfere na Felicidade Subjetiva, na Performance Individual e no Burnout, de uma amostra de trabalhadores portugueses. A metodologia quantitativa aplica inquéritos, por meio de questionários, a uma amostra de trabalhadores portugueses. As hipóteses corroboradas foram: Inteligência Emocional (parcialmente), Workaholism, Reward System e Valores Éticos Corporativos, como antecedentes e Felicidade Subjetiva, Performance Individual e Burnout (parcialmente) como consequentes.

Palavras-chave


Equilíbrio Trabalho-Família. Antecedentes. Consequências. Novo modelo conceitual.

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DOI: http://dx.doi.org/10.12662/2359-618xregea.v6i1/2.p15-32.2017

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