A TECNOLOGIA DE GESTÃO E O HOLOCAUSTO: É POSSÍVEL “HACKEAR” ISSO?

Orlando Gomes da Silva

Resumo


Neste ensaio, discutimos a condição, vista por Bauman pelas lentes do Holocausto, do que ainda se apresenta como lógica dominante das tecnologias de gestão disseminadas na formação em Administração no Brasil. Mostra-se que, além das graduações enviesadas por uma racionalidade questionável, há um imaginário que condiciona a percepção geral e afeta as possibilidades emancipatórias dos estudantes. Contextualiza-se, assim, o que o Holocausto pode representar em termos da tecnologia de gestão; aborda- se uma orientação epistemológica a ser assimilada como ponto de partida nos desenvolvimentos em torno de racionalidades alternativas e, com um exemplo de protagonismo de estudantes de Administração na Internet, situa-se uma distinção entre mídia social e mídia tática, de modo a falar sobre possíveis hackings nesse campo. Conclui-se enfatizando a possibilidade do estudo/atuação das/com tecnologias online a partir da distinção entre modelo de negócio e prática política.


Palavras-chave


Formação de administradores; Tecnologia de gestão; Management; Hacking

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DOI: http://dx.doi.org/10.12662/2359-618xregea.v7i1.p163-172.2018

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